terça-feira, 5 de outubro de 2010

Maior molécula existente no universo é detectada por telescópio, diz Nasa.

Os compostos foram obtidos pela primeira vez em laboratório há 25 anos.

Astrônomos utilizando o Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, detectaram as maiores moléculas presentes no espaço, esferas de carbono conhecidas como "buckyballs", conforme divulgou a agência espacial norte-americana nesta quinta-feira (22).
Similares a bolas de futebol, as 'buckyballs' foram obtidas pela primeira vez em laboratório há 25 anos. No espaço, porém, os compostos nunca haviam sido encontrados até agora.
"Nós estamos empolgado elas [as 'buckyballs'] têm propriedades únicas, são importantes em todo tipo de processos físicos e químicos que ocorrem no espaço", afirma o astrônomo Jan Cami, da University of Western Ontario, autor de um artigo a ser publicado na revista Science.
As "buckyballs" são compostas por 60 átomos de carbono, arranjados em estruturas esféricas, tridimensionais. O padrão alternado de hexágonos e pentágonos lembra o formato de uma bola de futebol.
Registro
A equipe de Cami registrou as esferas na direção da nebulosa planetária Tc1. Nebulosas planetárias são resquícios de estrelas, como o Sol, que perderam suas camadas de gás e poeira com o passar dos anos. Geralmente são iluminadas por anãs-brancas, estrelas compactas e quentes, que iluminam e esquentam o material dispersado.
Dentro dessas nuvens em Tc1, as "buckyballs" foram encontradas. Os compostos estão em uma temperatura que permite o envio de sinais de radiação infravermelha, passível de ser detectada pelo Telescópio Spitzer.
O professor Eiji Osawa previu a existência dessas estruturas em 1970, mas elas não foram observadas até 1985. Pesquisadores simularam as condições atmosféricas de estrelas gigantes em idade avançada, repletas de cadeias de carbono.
Nomeadas em homenagem ao arquiteto Buckminster Fuller, idealizador do domo geodésico, as "buckyballs" possuem uma versão em formato de "bola de rugby" com até 70 carbonos, conhecida como C70, também vislumbrada pelo Telescópio Spitzer.

Gel britânico pode aumentar rapidez na cura de feridas crônicas

Produção de proteína que impede cicatrização é inibida.


Cientistas britânicos desenvolveram um gel capaz de aumentar em até cinco vezes a capacidade de cura completa de feridas simples como arranhões até ulcerações por conta de diabetes ou na perna.
Chamado Nexagon, o medicamento foi testado em 100 pessoas e de acordo com os especialistas liderados por David Becker, professor da University College London, é eficiente para o tratamento de feridas crônicas.
Durante inflamações em feridas graves, uma proteína em excesso no organismo impede a cicatrização. O gel age justamente na diminuição dos índices dessa proteína, fazendo com que as células responsáveis pela cura da ferida se movam mais rápido à região lesada.
Com a consistência de pastas de dente, o gel é desenvolvido a partir de pedaços do DNA responsáveis pela inibição da proteína.
No estudo conduzido por Becker com úlceras na perna, após quatro semanas de aplicação do gel, o número de pacientes com recuperação completa era cinco vezes maior na comparação com o grupo controle, não medicado com a substância. Em média, este tipo de lesão leva seis meses para sarar e as ulcerações surgem novamente em 60% dos casos.

Estudo aponta 95 regiões no DNA ligadas ao metabolismo de gorduras



Identificação pode trazer avanços no trato de doenças cardiovasculares. Regiões do genoma humano estão relacionadas a colesterol e triglicérides.

Um estudo realizado por cientistas do Centro Helmholtz em Munique e coordenado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, identificou 95 loci de genes no genoma humano, cada um deles associado com pelo menos um dos fatores fundamentais ao metabolismo de lipoproteínas: colesterol e triglicérides.
Locus (plural, no latim, loci) são regiões em cada cromossomo nas quais um gene pode ou não estar, exercendo ou deixar de cumprir determinada influência em fenótipos. São posições fixas em um cromossomo.
Divulgado na versão online da revista científica Nature, o estudo foi iniciado para responder a duas questões: existem genes nos loci identificados com o metabolismo de lipídios; se existem, poderiam ter alguma relevância no desenvolvimento de terapias.
Christian Gieger, do Instituto de Epidemiologia do Centro Helmholtz, acredita que a resposta às perguntas é positiva. "Nossa análise permitiu apontar variantes genéticas ligadas não só com altos níves de lipídios, mas também com doenças arteriais coronarianas", afirma o médico.
Do total de loci, 59 foram associadas a uma das quatro feições dos lipidios - colesterol total, LDL (conhecido como "colesterol ruim"), HDL (o "colesterol bom") e triglicérides - pela primeira vez. "Identificar as novas variantes é provavelmente a parte mais interessante do nosso estudo", afirma Tanya Teslovich, pós-doutora e pesquisadora na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan.
Tanya cruzou os resultados de 46 estudos diferentes, que representam informações coletadas junto a mais de 100 mil pessoas, por meio de um processo conhecido como meta-análise.
"É comum o argumento que meta-análises com mais de 100 mil testes têm relevância pequena na biologia de doenças complexas", explica o professor Heinz-Erich Wichmann, diretor do Instituto de Epidemiologia do Centro Helmholtz. "Nosso estudo refuta essa crença, os novos loci descobertos possuem clara relevância clínica e biológica."
Segundo os pesquisadores, a maior parte das variantes genéticas encontradas são associadas com o colesterol ruim (LDL) e também com doenças cardiovasculares. "Nós queremos que o LDL esteja em nível saudável em nosso corpo, mas agora ele pode também prover a pista para compreender patologias e evitá-las com desenvolvimento de terapias."

Cientistas identificam proteína capaz de destruir HIV em macacos


Pesquisadores norte-americanos identificaram componentes fundamentais de uma proteína chamada TRIM5 alfa, capaz de destruir o HIV em macacos.
No organismo dos primatas, o composto é responsável por prender e dizimar o vírus. Os homens também possuem uma versão da proteína, porém ineficaz para combater o agente responsável pela Aids.
A TRIM5 alfa é composta por quase 500 aminoácidos. Seis deles, localizados em uma região pouco estudada do composto, foram identificados pelo trabalho da Universidade Loyola de Chigago como cruciais para a função de inibir o corpo de infecções virais. Quando alterados em células humanas, a proteína alfa perdeu sua capacidade de atacar o HIV.
A pesquisa foi feita em uma cultura de células, sem uso de seres vivos. O estudo será tema da edição de setembro da revista Virology.
Para detectar a reação com o HIV, os cientistas da Universidade Loyola atrelaram proteínas fluorescentes a TRIM5, permitindo destacar as interações microscópicas. A prática é comum nas pesquisas mais recentes envolvendo a proteína e o vírus.
A eficiência da TRIM5 alfa em macacos é conhecida desde 2004, porém a pesquisa liderada por Edward M. Campbell abre a possibilidade de saber exatamente quais mecanismos da proteína são responsáveis por destruir o HIV. 
É um passo fundamental para conhecer como este efeito pode ser reproduzido em homens, seja pela manipulação da proteína no organismo dos humanos ou pela produção de compostos que simulem a ação da TRIM5 alfa.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O METABOLISMO DOS ÁCIDOS GRAXOS NA ATIVIDADE FÍSICA


O metabolismo dos lipídios: origem, estruturas e formas de armazenamento

Os lípídios são compostos químicos que normalmente não se dissolvem na água (hidrofóbicos), com diferentes características e funções biológicas. Os lipídios são classificados em óleos, gorduras, esteróis, fosfolipídeos, glicolipídios, colesterol, fitosteróis e ácidos graxos livres. Do ponto de vista fisiológico e
clínico, os lipídios biologicamente mais relevantes são os fosfolipídios, o colesterol, os triacilgliceróis e os ácidos graxos. Os fosfolipídios e o colesterol formam a estrutura básica das membranas celulares. O colesterol é também precursor dos hormônios esteróides e dos ácidos biliares.
Os ácidos graxos (AG) são utilizados para a ressíntese do ATP e armazenados na forma de triacilgliceróis (TG). Cerca de 95% da composição de gordura proveniente da dieta é representada por TGs, sendo o restante constituído por outras formas de lipídios. Embora virtualmente todas as células do nosso organismo tenham estoques de TG, que podem ser utilizados como fonte de energia, a maioria dos lipídios está depositada nos tecidos adiposos, que além de armazenar energia funcionam como isolantes térmicos. Os AG armazenados na estrutura de TG nos adipócitos (células do tecido adiposo) podem ser mobilizados para a corrente sanguínea e distribuídos para os demais tecidos. Cada TG é constituído por três moléculas de ácido graxo ligados a uma molécula de glicerol.
Os ácidos graxos são ácidos carboxílicos com cadeias de hidrocarbonetos (ligações entre átomos de carbono e hidrogênio) de diversos tamanhos. O mais comum é o Palmitato, que possui 16 carbonos em sua cadeia. A oxidação dos TG libera mais que o dobro da energia desprendida por massa igual de carboidratos, ou seja, as gorduras têm valor energético maior do que os carboidratos. Os AGs podem ser classificados como saturados (apenas ligações simples entre carbonos), ou insaturados, quando houver ligações duplas na cadeia de hidrocarboneto.

Digestão, absorção e armazenamento de Lipídios
A maioria dos TGs ingeridos na alimentação deverá sofrer ação enzimática de lipases para serem absorvidos pelas células intestinais. Após a absorção, os AGs de cadeia média e curta são conduzidos pela corrente sanguínea diretamente para o fígado. A maioria dos TGs ingeridos na alimentação deverá sofrer ação enzimática de lipases para serem absorvidos pelas células intestinais. Após a absorção, os AGs de cadeia média e curta são conduzidos pela corrente sanguínea diretamente para o fígado. Quase a totalidade dos AGs de cadeia longa são ressintetizados em triacilgliceróis no interior dos enterócitos (células essencialmente absortivas encontradas no intestino) e são transportados por lipoproteínas chamadas de quilomícrons junto com o colesterol absorvido da dieta. Lipoproteínas (LPtn), como o próprio nome sugere, é um conjunto de lipídios e proteínas.
O intestino e o fígado se comunicam de forma especial através do sistema porta. A veia porta propicia que a maioria dos nutrientes absorvidos pelo intestino passe pelo fígado antes de atingir a circulação de todo o corpo (circulação sistêmica). Portanto, os quilomicrons e AGs absorvidos são direcionados ao fígado. A partir deste momento, os TGs e colesterol são transportados de um tecido para o outro através de outras LPTn. Elas são classificadas de acordo com seu tamanho, densidade e pela sua composição tanto lipídica como protéica: lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e, em menor proporção, pelas lipoproteínas de baixa densidade (LDL); lipoproteínas de densidade intermediária (IDL) e lipoproteínas de alta densidade (HDL). Além das lipoproteínas Lp(a), cuja função fisiológica não é bem conhecida, mas cujos níveis parecem estar associados ao risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
As lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) exercem papel fundamental no transporte dos AGs sob a forma de TG. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL) são responsáveis pela distribuição do colesterol para os tecidos extra-hepáticos. Uma parcela importante do colesterol é transportada na forma de lipoproteína de alta densidade (HDL) e por isso seus níveis correlacionados com um importante papel antiaterogênico. Além disso, as HDL exercem papel fundamental no transporte do colesterol para síntese de ácidos e sais biliares. Após estes esclarecimentos, fica evidente porque o perfil lipídico está associado à prevenção de possíveis doenças cardiovasculares.
Evidências reforçam a existência de um sistema transportador para os AGs que não são conduzidos por LPTn. Incluem-se neste caso, as FATP (proteínas transportadoras de AG), as FABP (proteínas ligantes de AG) e a Enzima Translocadora de AGs nas membranas celulares.
De forma geral, nos enterócitos, as FATP desempenham um papel fundamental na captação dos AGs de cadeia longa. Já o intestino, o fígado e os adipócitos, tecidos com altas taxas de captação e armazenamento dos AGs, apresentam elevados níveis de FABP, que transportam e distribuem intracelularmente os AGs de cadeia longa (com uma possível participação na absorção destes).

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aborto Pré-Clínico


Alguns embriões morrem logo após a implantação, sendo identificados pela queda dos níveis plasmáticos de hCG. Outros se aderem tão brevemente ao endométrio que produzem hCG insuficiente para serem detectados. Esses aumentos transitórios do hCG falham em manter o corpo lúteo, resultando em gravidez bioquímica ou aborto pré-clínico, antes da falha menstrual.

Os embriões que morrem antes de 21 dias pós-captação são rotulados como gravidez bioquímica porque não são detectados ao USG. Outros embriões mantêm a produção de hCG até por 28 dias, contudo não sendo detectados ao USG, também constituem aborto pré-clínico. Esses tipos de morte embrionária podem acompanhar gestações gemelares, constituindo assim, a forma mais precoce de fetos "Vanishing". Sua modesta secreção de hCG é mascarada pela produção do feto normal, sendo que sua presença dentro do útero passa desapercebida. Eles constituem apenas vesículas trofoblásticas.

Gestações Bioquímicas correspondem a 10 a 12% dos ciclos de FIV. Metade delas desaparecem 2 a 3 semanas após a transferência e, possivelmente, tão logo o blastocisto se implante, quando os níveis de hCG são menores que 21 mUI/l . Algumas clínicas referem até 15% de gestações bioquímicas. A incidência diminui com o aumento do número de embriões transferidos.

A frequência gira em torno de 15,4% transferindo-se 1 embrião, 12,8 % transferindo-se 2 embriões e cai para 5,1% quando se transfere 3 embriões. Alguns exames podem ser utilizados na investigação da gestação do primeiro trimestre de acordo com o período gestacional, detectando a presença da gestação, a implantação, anomalias genéticas, bem como o seu prognóstico.

Tabela-1: Tipos de exames utilizados para avaliar a gestação inicial, a implantação e o prognóstico da gravidez.


1) Concepção: - EPF (early pregnancy factor)
2) Implantação: - EDPAF (fator ativador de plaquetas derivado de embriões) SP1 (Schwangerschafts Protein 1 ou Glicoproteína beta1 específica da gravidez) - USG Saco Gestacional, Vesícula Vitelina, Batimentos Cardíacos Eembrionários

3) Prognóstico: - SP1- Gonadotrofina Coriônica (hCG)-PAPP-A (Proteína Plasmática A associada à gravidez)-AFP (Alfa Feto Proteína) -USG (Comprimento Crâneo Nádegas, Batimentos Cardíacos, Saco Gestacional)

4)Diagnóstico Genético: - Biópsia de Vilo Coriônico (CVS) -AFP -Estriol não conjugado -Gonadotrofina Coriônica (hCG) - relação de subunidades livres -USG (vaginal com probes de alta resolução) Baixos níveis de Beta-hCG no dia 11 pós-captação dos oócitos, quando o diagnóstico de gravidez é feito, indicam frequentemente o início dessas perdas precoces. O valor de corte para algumas clínicas é 21 mUI/l no 12º dia pós-transferência.

As gestações bioquímicas não são mais frequentes em mães com doenças tipo endometriose e outras, o que pode indicar que esses embriões estão fadados a morrer desde o momento da fertilização.  O aborto pré-clínico é uma realidade, contudo deve ser listado separadamente dos outros tipos de aborto e não deve fazer parte das estimativas de taxas de gravidez, a menos que sejam explicitamente estabelecidos.

Análises de "follow-up" mostram como muitas pacientes com essas perdas precoces engravidam em um ciclo subsequente. Sua situação é diferente de pacientes com abortos causados por anomalias cromossômicas ou de pacientes com aborto tubáreo em virtude de patologia tubárea.

Por outro lado, algumas pacientes com gestação bioquímica anterior apresentam risco de aborto subsequente maior, possivelmente mais tardio na gestação, com um número também menor de partos.
Gestações Bioquímicas constituem uma verdade e um problema em Reprodução Assistida.
 
De acordo com algumas estimativas de Edmonds (1982) cerca de 2/3 das gestações espontâneas terminam como abortos pré-clínicos. Sua frequência atual parece ser mais baixa e foi estimada em 22% de 198 gestações identificadas pelo aumento do hCG, porém sem detecção ao USG. (Wilcox AJ 1988). A maioria delas ocorreu em pacientes com espessura endometrial menor que 9 mm e sua origem não estava relacionada com os níveis de Estradiol.

Não se conseguiu determinar as suas causas. Forma mais tardia de mortes embrionárias, tais como "Ovo Cego" e falta de partes do embrião podem ser detectadas pelo USG e pelo aumento do hCG. Nesses casos podemos determinar a causa: Insuficiência Lútea, Diminuição da amplitude do pulso de Progesterona, ciclos alúteos, Anomalias genéticas. "

A maçã está mais que liberada!


Ela conquistou o paladar dos brasileiros. Originária de países de clima frio do sudeste europeu e asiático, a maçã ganhou seu espaço e se adaptou ao clima brasileiro, principalmente da região sul do país. Mas qual a razão de tamanho sucesso? Ele certamente vai além de seu gostinho adocicado. Está nos benefícios que a fruta traz à saúde. Confira.
  1. Xô radicais livres! Eles aceleram o envelhecimento das células e podem desencadear doenças como o câncer. No entanto, sua formação no organismo acontece a partir do metabolismo das células, um procedimento normal. Os radicais livres são preocupantes quando estão em quantidade exagerada, podendo comprometer algumas funções do organismo. Para barrar essa produção acelerada, entram em cena os alimentos antioxidantes: entre eles a macã.
  2. Controle do colesterol A união da pectina, um tipo de fibra solúvel, com os flavonóides, substâncias que protegem o organismo contra radicais livres, impede a oxidação do colesterol nas artérias, o que faz com que ela não se acumule e não interrompa a passagem de sangue. Segundo um estudo divulgado pelo Journal of Medicine Food (EUA), o consumo diário de 2 maçãs , durante 12 semanas, provocou uma diminuição de 20% dos níveis de LDL (colesterol ruim) oxidado, em média.
  3. Faxina bucal Os dentes, gengivas, a garganta e também as cordas vocais estão protegidos com o consumo regular de maçã. A fruta age como um adstrigente  e tonificante, eliminando as bactérias e garantindo a saúde dessas estruturas. Porém, os cuidados com a higiene bucal devem ser mantido.
  4. De bem com o intestino A maça possui em sua composição uma fibra solúvel chamada pectina. Ela é responsável por facilitar o trãnsito intestinal, já que aumenta o volume do bolo fecal e estimula a sua eliminação. Porém, para isso, é também preciso ingerir diariamente uma boa quantidade de água, caso contrário o efeito é inverso.
  5. Glicose sob controle A maçã é composta por um tipo de açúcar chamado frutose, que em união com a boa quantidade de fibras da fruta, é liberado mais lentamente na corrente sangüínea em relação à sacarose, o açúcar extraído da cana-de-açúcar. Por esse motivo, a maçã é uma das opções para os diabéticos, por manter o nível de glicose estável no sangue.
  6. Coração protegido Quando o assunto é saúde do coração, mais uma vez a pectina entra em ação. É que ela protege o coração ao reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Sem falar na boa quantidade de potássio presente na maçã, determinante para que a pressão arterial se mantenha nos níveis ideais. Livre do colesterol nas artérias e com a pressão arterial controlada, o coração trabalha melhor. 
  7. Prevenção ao câncer Com grandes quantidades de antioxidantes, a fruta atua como uma verdadeira barreira contra doenças, entre elas o câncer. Já as fibras solúveis, que estimulam o trabalho do intestino, também agem contra os tumores, já que eliminam impurezas com potencial para desencadeá-los. 
  8. Melhora na respiração Os nutrientes da maçã reduzem inflamações que acometem os brônquios. A fruta é recomendada para quem sofre com problemas respiratórios, em especial a asma. Além disso, com o consumo regular da fruta, o organismo se torna mais resistente às alergias, grandes responsáveis pelas crises de asma.
  9. Poucas calorias Se você está de dieta, aqui está mais uma razão para consumir maçã. Em 100g da fruta são apenas 56kcal, ideal para aquele lanchinho entre as refeições principais. Sem falar que ela é rica em fibras, que aumentam a saciedade e ainda ajudam no funcionamento do intestino.
  10. Variedade e praticidade Cansou de comer maçã vermelha? Mude para a maçã verde, ou ainda vá experimentando os diferentes tipos da fruta. Cada um deles possui uma particularidade que diferencia seu sabor e consistência.