A novidade está disponível na clínica Multi Clinic, em São Paulo e foi trazida por Andreia Leitão, especialista em emagrecimento através de desse método. Apesar de o tratamento promover resultados rápidos, há algumas contra-indicações.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Enzima americana faz emagrecer
A novidade está disponível na clínica Multi Clinic, em São Paulo e foi trazida por Andreia Leitão, especialista em emagrecimento através de desse método. Apesar de o tratamento promover resultados rápidos, há algumas contra-indicações.
Aplicação de enzimas combate as gordurinhas e reduz medidas
Sessões consistem na mistura de quatro a seis componentes diferentes e levam de dois a sete dias para eliminar a gordura.
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Álcool, refrigerantes e doces devem ser evitados no tratamento |
A mesoterapia foi muito utilizada há anos atrás. Há aproximadamente cinco anos, com o aparecimento de medicamentos a bases de enzimas. Começamos então a chamar esta técnica de aplicação de enzimas.
E é assim que a Dra Andréia leitão, prefere se referir ao tratamento, pois as melanges (misturas) que ela utiliza, são à base de enzimas. Mas, muitos utilizam ainda o nome mesoterapia, mesmo tendo na sua composição bases enzimáticas.
As enzimas nada mais são do que drogas lipolíticas, com afinidades por células adiposas. E o tratamento de aplicação de enzimas é indicado para quem tem excesso de peso e gordura localizada.
Dietas, exercícios e técnicas de emagrecimento
A aplicação de enzimas consiste em uma melange (mistura) de quatro a seis componentes diferentes, sendo eles lipolíticos. Dependendo da enzima, ela age no corpo de dois a sete dias para a perda da gordura.
As enzimas fazem a quebra da gordura, tornando assim mais fácil para ser excretada, por via urinaria, sudorese e nas fezes. Dessa forma, elas não retornam, mas caso a pessoa comece a fazer uso de alimentação super calórica durante o tratamento, novos depósitos de gordura serão criados. Os resultados dependem muito de organismo, idade e hábitos, mas geralmente começam a surgir resultados a partir da primeira semana.
Existem enzimas IM (intramuscular) e ID (intra dérmica). A IM é utilizada para a perda de peso, e aplicada nos glúteos, para uma perda geral de gordura. Isso faz com que o peso tenha uma grande diminuição. A ID é aplicada direto na região de gordura localizada, fazendo assim a diminuição da mesma, mas somente na região aplicada. A ID não é indicada para perda de peso, só para quem quer eliminar os pneuzinhos.
A alimentação deve ser mantida, somente as quantidades diminuídas. Álcool, refrigerantes e doces, são extremamente calóricos e por isso durante o processo deve ser evitados e, depois do termino do tratamento, ter consumo esporádicos. O carboidrato pode ser consumido normalmente desde que ate às 18h, pois depois desse horário as atividades do metabolismo diminuem muito, dificultando a queima do mesmo, que vira depósito de gordura.
O tempo de aplicação das enzimas para a perda de peso deve ser acompanhado individualmente, pois as aplicações de enzimas não têm restrições quanto a quantidades de aplicações. A IM tem que ter um intervalo mínimo de três dias e A ID cinco a sete dias.
E é assim que a Dra Andréia leitão, prefere se referir ao tratamento, pois as melanges (misturas) que ela utiliza, são à base de enzimas. Mas, muitos utilizam ainda o nome mesoterapia, mesmo tendo na sua composição bases enzimáticas.
As enzimas nada mais são do que drogas lipolíticas, com afinidades por células adiposas. E o tratamento de aplicação de enzimas é indicado para quem tem excesso de peso e gordura localizada.
Dietas, exercícios e técnicas de emagrecimento
A aplicação de enzimas consiste em uma melange (mistura) de quatro a seis componentes diferentes, sendo eles lipolíticos. Dependendo da enzima, ela age no corpo de dois a sete dias para a perda da gordura.
As enzimas fazem a quebra da gordura, tornando assim mais fácil para ser excretada, por via urinaria, sudorese e nas fezes. Dessa forma, elas não retornam, mas caso a pessoa comece a fazer uso de alimentação super calórica durante o tratamento, novos depósitos de gordura serão criados. Os resultados dependem muito de organismo, idade e hábitos, mas geralmente começam a surgir resultados a partir da primeira semana.
Existem enzimas IM (intramuscular) e ID (intra dérmica). A IM é utilizada para a perda de peso, e aplicada nos glúteos, para uma perda geral de gordura. Isso faz com que o peso tenha uma grande diminuição. A ID é aplicada direto na região de gordura localizada, fazendo assim a diminuição da mesma, mas somente na região aplicada. A ID não é indicada para perda de peso, só para quem quer eliminar os pneuzinhos.
A alimentação deve ser mantida, somente as quantidades diminuídas. Álcool, refrigerantes e doces, são extremamente calóricos e por isso durante o processo deve ser evitados e, depois do termino do tratamento, ter consumo esporádicos. O carboidrato pode ser consumido normalmente desde que ate às 18h, pois depois desse horário as atividades do metabolismo diminuem muito, dificultando a queima do mesmo, que vira depósito de gordura.
O tempo de aplicação das enzimas para a perda de peso deve ser acompanhado individualmente, pois as aplicações de enzimas não têm restrições quanto a quantidades de aplicações. A IM tem que ter um intervalo mínimo de três dias e A ID cinco a sete dias.
Cientistas revertem processo de envelhecimento em ratos
Cientistas de Harvard estão mais perto de inverter o processo de envelhecimento nos humanos, depois de rejuvenescerem os órgãos de ratos de idade avançada.
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A recuperação surpresa dos animais dá esperança aos cientistas quanto ao rejuvenescimento humano |
Uma equipa de cientistas de Harvard desenvolveu um tratamento capaz de tornar ratos velhos e fracos em animais saudáveis, através do rejuvenescimento dos seus corpos, um processo conseguido graças à modificação genética dos seus corpos.
No estudo publicado na revista "Nature" , a equipa liderada pelo investigador Ronald dePinho revela que se sabe pouco sobre o processo de envelhecimento, mas que este é causado por inúmeros fatores. Este grupo de Harvard concentrou-se no processo de encolhimento de telómeros.
A maioria das células no nosso corpo contém 23 cromossomas. No fim desses cromossomas encontra-se uma camada de proteção, o telómero. Sempre que uma célula se divide, o telómero encolhe, até que este deixe de funcionar e a célula ou morre ou fica suspensa num estado conhecido como senescência. É este o processo que está por trás de grande parte do desgaste associado ao envelhecimento.
Ratos velhos com idade nova
Para impedir o encolhimento de telómeros, a equipa de Ronald dePinho criou um grupo de ratos geneticamente modificados sem a enzima telomerase, que impede os telómetros de diminuírem. Sem essa enzima os ratos envelheceram rapidamente e sofreram várias doenças, mas quando os cientistas injetaram as enzimas nos ratos esta reparou os tecidos danificados e reverteu os sinais de envelhecimento nos mesmos ratos.
"O que vimos nestes animais não foi um atrasar ou estabilizar o processo de envelhecimento. Assistimos a uma dramática reversão e isso foi inesperado" contou Ronald dePinho, o líder da equipa.
"Estes eram animais de idade avançada, mas depois de um mês de tratamento mostraram uma reparação substancial, incluindo o crescimento de novos neurónios nos seus cérebros", acrescentou o cientista que revelou ainda o próximo passo: repetir o truque em humanos.
Próxima etapa: humanos
A ativação da telomerase não pode ser aplicada diretamente no ser humano, já que esta enzima é "desligada" quando atingimos a idade adulta, por forma a impedir que as células aumentem de tamanho sem qualquer controlo e se tornem cancerígenas. Assim, ao aumentar os níveis da telomerase em adultos pode parar o env
Uma equipa de cientistas de Harvard desenvolveu um tratamento capaz de tornar ratos velhos e fracos em animais saudáveis, através do rejuvenescimento dos seus corpos, um processo conseguido graças à modificação genética dos seus corpos.
No estudo publicado na revista "Nature" , a equipa liderada pelo investigador Ronald dePinho revela que se sabe pouco sobre o processo de envelhecimento, mas que este é causado por inúmeros fatores. Este grupo de Harvard concentrou-se no processo de encolhimento de telómeros.
A maioria das células no nosso corpo contém 23 cromossomas. No fim desses cromossomas encontra-se uma camada de proteção, o telómero. Sempre que uma célula se divide, o telómero encolhe, até que este deixe de funcionar e a célula ou morre ou fica suspensa num estado conhecido como senescência. É este o processo que está por trás de grande parte do desgaste associado ao envelhecimento.
A chapinha x Estrutura capilar, a guerra do século !!!
Com a febre de alisamento capilar através da chapinha, ter cabelos lisos hoje em dia não tem mais segredos, o método de deixar os fios esticadinhos é realizado na maioria dos salões de cabeleireiro, centros de beleza e, para quem ainda prefere o conforto do lar, o manuseio da chapinha não reserva nenhum mistério, podendo ser utilizada por profissional ou não.
A princípio esta técnica proporciona aos cabelos beleza e uma aparência saudável, já que os fios ficam sedosos e brilhosos, mas a verdade é que sem os cuidados necessários como uma boa hidratação, o hábito de alisar os fios com a chapinha acaba destruindo e deixando os fios fracos e quebradiços, além de deixá-los ressecados, principalmente os que contêm coloração.
Você sabe qual a explicação para tamanha destruição? Para compreender melhor o porquê tal atitude é um veneno aos fios, temos que conhecer a estrutura do cabelo. Os cabelos são pêlos de localização, formados principalmente por proteínas, queratina, pontes de enxofre e pontes de hidrogênio. Com o aquecimento intenso da prancha, ocorre uma quebra temporária das pontes de hidrogênio, o que torna os fios mais lisos, em conseqüência acontece a abertura das escamas de queratina, tornando-os fios mais quebradiços e ressecados.
Mas não sejamos tão radicais a ponto de abrir mão deste instrumento. Com o avanço da cosmetologia, há possibilidades de deixar os fios lisos (utilizando a chapinha) sem prejudicar as madeixas. Hidratantes que combinam ativos com alto poder de emoliência como a manteiga de karité, óleo de girassol, óleo de buriti e queratina são boas pedidas contra o ressecamento. Além deste cuidado, de hidratar os fios semanalmente, os leave ins à base de proteínas termoativadas e reparadores de pontas auxiliam o tratamento de forma considerável para manter a saúde e a beleza dos fios.
Os fios quimicamente modificados por coloração, alisamento, permanente e submetidos aos processos termoativados como escova e chapinha, ficam extremamente sensíveis e bastante vulneráveis ao ressecamento e a formação de pontas duplas. Por isso, os cuidados com os fios, passam a ser mais do que necessários.
Você sabe qual a explicação para tamanha destruição? Para compreender melhor o porquê tal atitude é um veneno aos fios, temos que conhecer a estrutura do cabelo. Os cabelos são pêlos de localização, formados principalmente por proteínas, queratina, pontes de enxofre e pontes de hidrogênio. Com o aquecimento intenso da prancha, ocorre uma quebra temporária das pontes de hidrogênio, o que torna os fios mais lisos, em conseqüência acontece a abertura das escamas de queratina, tornando-os fios mais quebradiços e ressecados.
Os fios quimicamente modificados por coloração, alisamento, permanente e submetidos aos processos termoativados como escova e chapinha, ficam extremamente sensíveis e bastante vulneráveis ao ressecamento e a formação de pontas duplas. Por isso, os cuidados com os fios, passam a ser mais do que necessários.
Como agem os xampus e condicionadores?
Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos. Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água - daí a necessidade de um xampu para o banho. O surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo.
Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina. O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) "ligadas" à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as moléculas de xampu que ainda estão no cabelo. Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu. O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade.
Segundo este critério, não existe xampu "2 em 1", ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser "xampu 2 em 1" são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.
Segundo este critério, não existe xampu "2 em 1", ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser "xampu 2 em 1" são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.
Como se faz o cabelo "Permanente" ?
Um dos amino-ácidos presentes na queratina é a cisteína, responsável pelas ligações cisteínicas. A cisteína, RSH, pode interagir com outra cisteína da mesma cadeia polipetídica, e formar uma ligação convalente, RSSR. Estas ligações são responsáveis pelas "ondas" que aparecem em nossos cabelos. A possibilidade da interconversão entre as formas oxidadas (RSSR) e reduzidas (RSH) da cisteína é que permite ao cabelereiro "moldar" o seu cabelo, ou seja, alisar um cabelo crespo, ou fazer "cachos" e "ondas" em um cabelo liso. A primeira etapa consiste na redução de todos os grupos RSSR.
Isto se faz, geralmente, com a aplicação do ácido tioglicólico (também conhecido como ácido 2-mercaptoacético) em uma solução de amônia (pH 9). Esta solução reduz os grupos RSSR para RSH. thioglycolic acid (also known as 2-mercaptoacetic acid) in an ammonia solution (about pH 9) reduces RSSR to RSH (os cabelereiros chamam esta solução de "relaxante").
A segunda etapa consite em imprimir no cabelo a forma desejada: lisa ou ondulada. Após se lavar toda a solução de ácido tioglicólico e se enrolar ou esticar o cabelo, o cabelereiro, então, oxida os grupos RSH para RSSR, com a aplicação de um agente oxidante, tal como o peróxido de hidrogênio (H2O2, água oxigenada) ou borato de sódio (NaBrO3) (os cabelereiros se referem a esta solução como "neutralizante"). O novo padrão imposto, então, dura até o crescimento do cabelo, quando será uma nova visita ao salão.
A química do cabelo
O cabelo é consituído, basicamente, de uma proteína: a alfa-queratina. As queratinas (alfa e beta) são, também, consitituintes de outras partes de animais, como unhas, a seda, bicos de aves, chifres, pêlos, cascos, espinhos (do porco-espinho), entre outros.
Em cada fio de cabelo, milhares de cadeias de alfa-queratina estão entrelaçadas em uma forma espiral, sob a forma de placas que se sobrepoem, resultando em um longo e fino "cordão" protéico. Estas proteínas interagem fortemente entre si, por várias maneiras (veremos adiante), resultando na forma característica de cada cabelo: liso, enrolado, ondulado, etc...
A raiz de cada fio capilar está contida numa bolsa tubular da epiderme chamada folículo capilar. Estima-se que existam cerca de 5 milhões de folículos capilares no corpo humano. As únicas partes da pele que não têm folículos são as palmas da mão e as solas dos pés. O fulículo recebe irrigação na epiderme e, algumas vezes, pode apresentar disfunções, levando ou ao crescimento excessivo de cabelos (ou pelos) ou à queda de cabelos, um problema enfrentado por boa parte da população. A queda de cabelos é mais frequente nos homens, e estudos indicam que ela está associada à testosterona. Este hormônio é convertido, por uma enzima encontrada nos folículos, em dihidrotestosterona (DHT), que é capaz de se ligar a receptores nos folículos. Segundo Dr. Richard S. Strick, um dermatologista na University of California em Los Angeles, "this binding can trigger a change in the genetic activity of the cells, which initiates the gradual process of hair loss".
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